segunda-feira, 7 de maio de 2012

Pesquisa comprova que judeus têm “marca no DNA”


Autor estabelece conceito de raça distinta dos descendentes de Abraão
por Jarbas Aragão

Pesquisa comprova que judeus têm “marca no DNA”

Em seu novo livro, “Legacy: A Genetic History of the Jewish People” [Legado: Uma História da Genética do Povo Judeu], Harry Ostrer, médico geneticista e professor da Escola de Medicina da Faculdade Albert Einstein, em Nova York, afirma que os judeus são mais diferentes que se imaginava.


As diferenças que os judeus possuem, é uma espécie de “assinatura genética distinta”. Quando os nazistas tentaram exterminar os judeus com base em uma suposta distinção racial, muitos alegavam que isso não fazia sentido, pois os judeus não seriam uma raça e sim uma etnia.


“Quem é judeu?” tem sido uma questão fundamental para os judeus ao longo da história. O que provaria a identidade judaica? Suas diferentes crenças religiosas, práticas culturais e laços de sangue?


Os geneticistas têm consciência de que certas doenças, como câncer de mama, afetam mais os judeus. Ostrer, que também é diretor de testes genéticos no Centro Médico de Montefiore, vai mais além, afirmando que os judeus são um grupo homogêneo, podendo sim ser caracterizado como o que podemos chamar de “raça”.

Na maior parte dos 3.000 anos de história do povo judeu, o que veio a ser conhecido como “excepcionalismo judeu” não era controversa. Devido a uma tradição de isolamento cultural, e defesa do casamento apenas entre judeus garantiram a preservação de alguns traços

linguísticos e culturais.


Agora, com a ciência moderna, eles não poderão mais ser vistos apenas como “tribos”. Ostrer explica que no século 20 a genética emergiu como uma ciência fundamental. Desde os tempos de Maurice Fishberg, um médico judeu de Nova York que viveu no século passado, havia uma tentativa da medicina de se provar essa distinção.

Fishberg media o tamanho do crânio de seus pacientes e tentava explicar por que os judeus pareciam ser atingidos por algumas doenças mais do que outros grupos. Embora o mero formato do crânio forneça informações limitadas sobre as diferenças humanas, seus estudos conduziram a mais pesquisas ligando judeus à genética.

Ostrer divide seu livro em seis capítulos, que representam os vários aspectos do judaísmo:

Olhando os judeus, patriarcas, genealogias, tribos, traços genéticos e identidade. Cada capítulo apresenta um importante cientista ou figura histórica que avançaram consideravelmente na compreensão do judaísmo.

“Legacy” pode causar algum desconforto a seus leitores. Para alguns judeus, a noção de um povo geneticamente relacionado é um remanescente embaraçoso do sionismo que se popularizou no final do século 19. Obviamente, sociólogos e antropólogos culturais, ainda ridicularizam o conceito de “raça”, afirmando que não existem diferenças significativas entre

grupos étnicos.

Para os judeus, a palavra ainda carrega a associação especialmente odiosa com o nazismo. Eles argumentam que o judaísmo se transformou de um culto tribal em uma religião mundial reforçada por milhares de anos de tradições culturais.

Com o primeiro mapeamento de DNA da história, cerca de 10 anos atrás, os geneticistas acreditam que a diferença entre os diferentes “tipos” de seres humanos não passariam de 0,1%. Mas é bom lembrar que esse 0,1% apresenta cerca de 3 milhões de pares de nucleotídeos no genoma humano. Eles determinam, por exemplo, cor da pele ou do cabelo e suscetibilidade a determinadas doenças. Seriam como um mapa inquestionável de nossas

árvores genealógicas.

Tanto o projeto do genoma humano quanto a pesquisa de doenças descartam o termo “raça”, preferindo conceitos mais neutros, como “população”. Resumia a sua essência, raça seria o equivalente a “região de origem ancestral”. Isso nunca foi objeto de disputa entre os judeus, que traçam sua origem a Abraão, que viveu a maior parte de sua vida na terra chamada hoje de Israel.


As conclusões de Ostrer demoraram décadas de sua carreira e ajudam a explicar hoje a base genética de doenças comuns e raras. Segundo ele, os judeus podem ser identificados pelas 40 ou mais doenças que os afligem desproporcionalmente, uma conseqüência inevitável da endogamia.


Ele traça inclusive a história de numerosas doenças tipicamente “judias”, incluindo três mutações genéticas do câncer de mama e de ovário que marcam os que são indelevelmente “filhos de Abraão.” Sua conclusão é simples, ser judeu não é algo determinado pela religião ou local de nascimento é uma marca genética carregada por todos que compartilham esse título.

Traduzido e adaptado de Forward


domingo, 6 de maio de 2012

O mundo pede socorro

Recebi essa mensagem no Facebook e me incomodou profundamente. Que crime esses homens e mulheres cometeram para merecer esse fim?

Hoje já é comum em nosso país a instalação de mesquitas muçulmanas, só espero que não importemos também a intolerância religiosa.


Violência religiosa na cidade de Jos no norte da Nigéria, assainou quase 500 mortos. Durante todo o fim de semana, os ataques dos muçulmanos do grupo étnico de fulani contra os pastores cristãos desta região tem atraído o... pior fantasma no país. 

O número de mortos é difícil dizer exatamente. A imprensa local falou de 150 mortos, mas os dados do governo multiplica esse número. De acordo com fontes do governo, três aldeias cristãs de Jos foram atacadas durante o fim de semana inteiro por grupos muçulmanos armados com facões. 

A imprensa local fala de vingança pelo assassinato de centenas de pessoas nesta cidade em Janeiro passado. O exército foi implantado na área e Presidente Goodluck Jonathan pediu que eles interromper o fluxo de armas. A maioria das mortes nas aldeias de Zot e Dogo-Nahawa são mulheres e crianças. 

De acordo com a BBC, dois locais foram destruídos, de acordo com o testemunho de um trabalhador de Stefanus de ONG. Um residente disse à agência Reuters que os atacantes vieram em Dogo Nahawa com armas de fogo. "Eles começaram a atirar ao ar para levantar as pessoas fora de suas casas, e uma vez que estavam fora cortando-os com catanas." Jos localiza-se na metade do caminho entre o norte na maior parte muçulmano e cristãs regiões do Sul. Vamos nos unir em oração pelos cristãos da Nigéria.

Ilana Corrêa

CULTO DA IGREJA PERSEGUIDA
Vigília Missionária
Primeira Igreja Batista em Jardim Aeroporto- Parnamirim/RN (tel.8777 3337)
Dia 11 de maio de 2012
Horario: 22hs às 05hs (sexta-feira)
Esperamos por você!!!
VAMOS ORAR E LEMBRAR DE NOSSOS IRMÃOS EM TODO MUNDO!!!

Meus irmãos de perto e da distância. Multipliquem esse clamor em suas igrejas. É hora de despertar do sono espiritual.

Oportunidades e desafios na África


Missões Mundiais

A África é ainda o campo que atrai a maior parte dos vocacionados, seja pela pobreza característica desse continente, seja pelo fascínio que as biografias missionárias inspiram nos corações daqueles que leem histórias de pessoas como Livingston, Joed Venturini, Analzira Nascimento e tantos outros que têm impactado os batistas brasileiros. 

De fato, estamos diante de um continente gigante, com mais de 50 países, centenas de línguas e culturas. Daí dizermos que há muitas “Áfricas” (portuguesa, inglesa, francesa, espanhola, árabe) e um contexto de muitos matizes: animista, islâmico e cristão, principalmente sincrético. 

Atualmente, somos aproximadamente 150 missionários na África, entre brasileiros e obreiros da terra, o que ainda não é suficiente, já que não estamos presentes nem em metade dos países do continente. 

A demanda continua grande, e temos recebido muitos desafios das convenções batistas de várias nações africanas. Conheça a seguir algumas dessas carências: 

Libéria 
A Convenção Batista da Libéria, país cristão na África Ocidental, tem convidado professores para ensinar no Ricks Institute, a única escola privada que oferece educação gratuita para o ensino fundamental. As principais carências são nas áreas de Geografia, História, Música, Inglês, Educação Física, Ciências Naturais e Matemática. É preciso ter inglês fluente. Não há missionários brasileiros no país. 

Serra Leoa 
Situado na África Ocidental, a grande demanda de Serra Leoa é de profissionais na área médica para atuar no centro médico-oftalmológico no interior do país. Oftalmologistas serão muito bem-vindos. Da mesma forma, Serra Leoa precisa de obreiros que ajudem na implantação de um seminário em Freetown, capital serra-leonesa. Desejável inglês intermediário. Não há missionários brasileiros no país. 

Chade 
País da África Central, com duas línguas oficiais (francês e árabe), o Chade fica em pleno Deserto do Saara. O desafio ali é plantar igrejas entre os árabes não alcançados. Estamos firmando parceria com a Igreja Evangélica Batista do Chade, que atua entre os falantes da língua francesa, mas que deseja também alcançar árabes e plantar igrejas entre eles. Não há missionários brasileiros no país, apenas um obreiro da terra. 

República Centro-Africana 
Esse é um país africano teoricamente alcançado, mas frágil em discipulado e com limitada formação de liderança. Já temos uma missionária no país atuando na formação de mulheres e projetos sociais, mas precisamos de missionários com perfil de treinamento de pastores e líderes, bem como alcançar os muçulmanos, que têm crescido naquele país. A República Centro-Africana tem duas línguas oficiais (francês e sango). 

Togo e Benin 
Dois países da África Ocidental cujas convenções batistas têm pedido missionários para atuarem especialmente na formação de líderes. Togo e Benin têm vivido uma grande expansão do islamismo. A língua oficial dessas duas nações africanas é o francês. Não há missionários brasileiros nesses países. 

Nigéria 
Um seminário nigeriano tem pedido um professor de Missiologia para a formação de obreiros. A Nigéria é mais um dos países africanos dividido entre as religiões cristã e islâmica. Não há missionários brasileiros no país. 

São Tomé e Príncipe 
As igrejas batistas desse país africano no Oceano Atlântico têm pedido missionários com formação em Música, a maior necessidade das igrejas evangélicas no país. Temos missionários atuando na plantação de igrejas em São Tomé e Príncipe. 

Se você se sente desafiado por Deus a atender alguma dessas necessidades dos campos, entre em contato com a Junta de Missões Mundiais através do telefone (21) 2122-1900 ou envie um e-mail para crh@jmm.org.br. Quem sabe você não é a resposta às orações do povo de Deus para levar o bom nome de Cristo aos povos não alcançados?

Pr. Mayrinkellison Peres Wanderley 
Coordenador Regional da JMM para a África

sábado, 5 de maio de 2012

Tribunal de Nuremberg.

Assista o filme Tribunal de Nuremberg. na página Vídeos Escolares.

Ameaça cósmica


Em 2029 será possível calcular com precisão se haverá ou não uma colisão de Apophis com a Terra. A esta altura, o asteróide, que também gira em torno do Sol, irá aproximar-se a uma distância muito pequena do nosso planeta – cerca de 30 mil quilômetros. O maior desgosto que a população da Terra vai enfrentar neste caso é a cessação do funcionamento de aparelhos de televisão, pois os satélites geoestacionários se encontram precisamente a esta distância da Terra. Mas depois de penetrar no campo gravitacional da Terra, o Apophis pode alterar a sua trajetória e sete anos depois, quando se der mais uma aproximação do nosso planeta, pode ocorrer uma catástrofe, - adverte Serguei Naroenkov, perito em ameaças cósmicas do Instituto de Astronomia da Academia de Ciências da Rússia.

“Atualmente estima-se que as dimensões do asteróide Apophis sejam cerca de 230 – 300 metros de diâmetro. A queda de um corpo deste tamanho na Terra acarretará uma catástrofe de envergadura regional. Ao cair numa superfície sólida, o asteróide pode destruir tudo em um raio de cem quilômetros do local da queda. Além disso, haverá um terremoto de magnitude 7 na escala Richter. Se o Apophis cair na água, haverá um tsunami”.

Os especialistas pensam já agora em como afastar a ameaça do Apophis. Foram propostas diversas variantes. Pode-se pintar um lado do asteróide com tinta branca. A cor branca reflete a luz, portanto os raios solares irão aquecer de uma forma irregular a superfície do Apophis o que irá alterar, afinal, a trajetória do seu voo. Pode-se fazer explodir o asteróide, mas isso encerra um outro perigo: os seus fragmentos pequenos irão perfurar como metralha a atmosfera e as conseqüências disso na Terra serão ainda mais graves. A variante mais viável é lançar um “rebocador”, que leve o asteróide consigo, - opera Serguei Naroenkov.

“Trata-se de um aparelho, instalado bem perto do corpo do asteróide, que cria pequenas perturbações na órbita deste corpo celeste.  Os comandos transmitidos para este aparelho permitirão deslocar um pouco o asteróide a fim de evitar trajetórias perigosas, isto é, fazer que o asteróide atravesse um pouco mais cedo o ponto de colisão com a Terra ou, pelo contrário, um pouco mais tarde”.

Mas é preciso pôr em andamento este projeto já agora, visto que a sua realização requer tempo. Em 2029, quando for possivel avaliar com alta precisão a probabilidade da colisão do asteróide com a Terra, já será tarde enviar o rebocador, - adverte o cientista.

Aliás, nem todos os especialistas compartilham deste assustador ponto de vista. Yuri Karach, membro-correspondente da Academia Rússia de Cosmonáutica Tsiolkovski, acha que o espaço cósmico encerra ameaças muito mais sérias para a humanidade.

“A milhares de anos-luz de nós existe uma estrela binária, que gira em torno de um certo centro de massas. Existe a probabilidade de um dia ela disparar um feixe de raios roentgen. Se este feixe acertar na Terra, nós todos seremos submetidos à espectrofluorometria permanente, durante vários anos. Que acha desta perspectiva? Mas isso é perfeitamente real e a defesa contra este fenômeno é impossível. Uma vez que a estrela binária está a milhares anos-luz de nós, não podemos tomar nenhuma medida preventiva”.

Existe também mais um ponto de vista. Os cientistas assustam-nos com semelhantes “horrores” a fim de conseguir o aumento do fianciamento de seu setor. Atualmente estima-se que exista uma chance entre 250 mil de o Apophis vir a colidir com a Terra.  

Escapamento de metano no Ártico ameaça clima mundial

Os cientistas registraram um grande escapamento de metano no fundo do Oceano Glacial Ártico. Os especialistas estão alarmados – a  emissão de uma grande quantidade de gás nesta região pode acarretar a alteração do clima mundial.

Há dois anos que os ecólogos rastreiam a concentração do metano nas águas do Oceano Glacial Ártico. Foi registrada uma concentração elevada deste gás junto do litoral do Alasca, no mar de Laptev, no mar da Sibéria Oriental e no mar de Chukchi. Este gás não representa perigo enquanto se encontra no fundo, sob grande pressão. Acontece, porém, que ele começou a escapar para a superfície, - e este já é um motivo de preocupação. Os especialistas reputam que a elevação brusca da concentração do gás na atmosfera pode resultar em uma grande intensificação do efeito de estufa. Este processo está ganhando vulto,- afirma Igor Semiletov, chefe do laboratório de pesquisas árticas junto do Instituto de Oceanologia do Pacífico da Academia de Ciências Russa.


“Nas zonas em que existiam solos eternamente gelados (permafrost), o metano simplesmente não podia abrir caminho através das águas, para a atmosfera. Mas a degradação dos solos submarinos gelados faz que surjam vias de escapamento do gás. Aquilo que detetámos comprova que existem vias de escapamento de gás e que o solo eternamente gelado do fundo não é contínuo mas, sim, esburacado”.


De acordo com o cientista, as reservas potenciais de metano no fundo do oceano são de uma ordem três vezes superior às da atmosfera. Se, pelo menos, 2% deste volume sair para a atmosfera, teremos um aquecimento brusco do clima, o que irá acarretar uma catástrofe para a humanidade. Aliás, não se pode afirmar com toda a certeza que os solos eternamente gelados continuem a derreter-se. No Instituto do Ártico e da Antártida de Petersburgo estudam regularmente os gelos em diversas regiões do Oceano Glacial Ártico. Os especialistas constatam que a partir de 2008 na parte leste do oceano verifica-se o aumento sistemático do manto de gelo. O chefe do Laboratório do Regime dos Gelos deste instituto, Aleksandr Yulin, explica a situação.


“Nós, aqui, no instituto, somos unânimes na opinião de que de que está chegando a época de anos mais frios. Durante a temporada passada vários navios que navegavam nesta região sofreram danos por causa dos gelos grossos, o que nunca acontecera nos últimos dez anos”.


Tudo isso permite adotar uma posição de otimismo moderado. A tendência de esfriamento comprova que o processo de emissão de metano para a atmosfera talvez se torne menos intenso. Aliás, os cientistas não estão prontos a responder por quanto tempo este processo se irá prolongar. 



sexta-feira, 4 de maio de 2012

Escavando Tiberíades com a arqueóloga brasileira Kátia Cytryn-Silverman


A temporada de 2012 será de quatro semanas, entre 24 de junho e 20 de julho. Mais informações: acesse o site.

Tiberíades, localizada ao lado do histórico Mar da Galiléia e assim chamada em homenagem ao imperador romano Tiberius, foi fundada no ano 19 pelo rei Herodes Antipas – filho de Herodes o Grande – como a nova capital de seu reino. Apesar da objeção inicial dos judeus da Galiléia a se assentar na nova cidade (devidos às inúmeras tumbas dentro de seu perímetro, o que lhe tornava religiosamente impura), logo esta tornou-se a capital dos judeus, tanto da Terra de Israel como da Diáspora. 

Apesar de caracteristicamente judaica, fontes históricas falam da presença de comunidades pagãs e cristãs durante o período romano, e de uma forte comunidade cristã durante o Bizantino (do séc. IV ao começo do VII). A rendição pacífica da cidade durante a conquista árabe (635) garantiu aos residentes de Tiberíades um tratamento favorável pelo governo islâmico. De fato, Tiberíades alcançou o seu auge como capital da província al-Urdunn (a Província do Rio Jordão).

O foco do novo projeto é o centro da cidade velha, aquela destruída no século XI e pouco reusada desde então. Estruturas previamente escavadas neste local (nos anos 50 e depois entre 2004 e 2006) incluem um complexo balneário, um centro administrativo do período bizantino construído sobre uma moradia (palácio?) do século I, vestígios de um templo dedicado ao imperador Adriano etc. Recentemente a carioca Kátia Cytryn-Silverman, da Universidade Hebraica de Jerusalém, diretora deste projeto, esclareceu que umas das estruturas, originalmente identificada como um mercado coberto, não é menos do que uma grande Mesquita, da época dos califas Omíadas (661-750), aparentemente construída sobre os resíduos do Templo romano. Ao lado desta se encontra uma Igreja Bizantina do séc. V, que começou a ser escavada em 2011, seguindo achados magníficos da Autoridade das Antiguidades de Israel em 2008. Durante todos estes períodos Tiberíades continuou sendo um centro cultural e espiritual Judaico.

Esperamos no futuro também encontrar vestígios relacionados a esta atividade. Este novo projeto já executou cinco temporadas. Fora a arquitetura, achados especiais incluem: mosaicos, uma grande cisterna, inscrições, lâmpadas em cerâmica intactas, pequenas estatuetas, correntes de bronze (com as quais lâmpadas eram penduradas), centenas de moedas... Trabalhamos com estudantes e voluntários (18 anos ou mais) de todas as partes do mundo, assim como trabalhadores locais, que também saem a curtos passeios de campo, ao redor das escavações.

quinta-feira, 3 de maio de 2012


Site dos “Jogos Olímpicos Londres 2012” retratava Israel como um país sem capital - Tão grave quanto também foi o fato de qualificar Jerusalém como a capital da "Palestina". 

Depois de ser alertado pelo grupo de defesa online "My Israel", o site passou a divulgar Jerusalém como a capital de Israel... também. Na semana passada, o Comitê Olímpico Internacional rejeitou solicitações para que, durante os “Jogos Olímpicos de Londres”, que serão realizados este ano, fosse feita uma homenagem oficial aos atletas israelenses que foram assassinados por terroristas árabes nas Olimpíadas de Munique, em 1972.



(Fonte: Daniel Benjamin Barenbein). 
Alef


Grupo "Verdadeira Religião' quer distribuir, de graça, 25 milhões de exemplares do Corão

Grupo "Verdadeira Religião' quer distribuir, de graça, 25 milhões de exemplares do Corão - De Marcos Guterman, no O Estado de São Paulo: um livro perigoso: um grupo chamado Verdadeira Religião quer distribuir, de graça, 25 milhões de exemplares do Corão a europeus que falam alemão. Até agora, só na Alemanha, foram entregues 300 mil cópias do livro sagrado do islamismo. 

Foi o bastante para deflagrar um escândalo no país, ao ponto de obrigar a editora a suspender a impressão, alegando “grande pressão pública”. Segundo a Economist, o problema não é o livro, mas quem o está distribuindo: o Verdadeira Religião é salafista, uma ala fundamentalista do islã. Seu líder na Alemanha, o palestino Ibrahim Abu Nagie, chegou a ser processado em Colônia sob acusação de incitar violência contra cristãos e judeus.

Políticos democrata-cristãos acusam o Verdadeira Religião de defender o estabelecimento de um Estado teocrático e dizem que a distribuição do Corão afeta a “paz religiosa” na Alemanha. Mesmo muçulmanos, diz a Economist, acusam Nagie de querer “instrumentalizar” o Corão.

 “Onde está a liberdade religiosa? Onde está a democracia?”, queixou-se o Verdadeira Religião, explorando o fato de que o debate deixou de ser suas ideias fundamentalistas e passou a ser sobre seus direitos. Como lembra a Economist, porém, um grupo chamado Gideons distribui 2.000 Bíblias por dia na Alemanha e ninguém reclama.

Alef.