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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Reconhecendo o Messias: Fé vs. Tradição e Aparência.

 


Mensagem pregada no culto de oração da IBA em 22.04.26

João 7.1-31

O estudo de hoje está dividido em três partes:

a.       1 - O Tempo e a Soberania de Deus: A Família de Cristo.

b.       2 - A Rejeição no Templo: Tradição vs. Verdade

c.       3 - A Origem do Messias: Testemunho e Decisão.

 

1- O Tempo e a Soberania de Deus: A Família de Cristo – [Vs. 1-9]

  • A primeira parte deste texto trata-se da família de Cristo, destacando a incredulidade dos seus irmãos (v. 1-9).
  • Jesus se encontrava na Galileia e mantinha-se seguro por lá devido à disposição dos judeus em matá-lo (v. 1).
  • Não era medo, mas precaução (Prudência).

a. Às vezes queremos precipitar uma ação de Deus, e este não é o melhor caminho para a bênção. Deus tem o Seu próprio tempo (kairós).

b. Precipitar uma ação divina é querer forçar o Todo-Poderoso a agir, colocando o homem numa posição de controle que não existe. É o mesmo que tentar a Deus, e isso é pecado.

c. A resposta de Deus sempre partirá do elemento soberania.

  • No texto inicial temos os irmãos de Cristo querendo transformá-lo num pop star. Lógico que queriam tirar proveito da fama do irmão, mas não por acreditar em Sua doutrina.
  1. Era difícil demais para eles verem Jesus além de um irmão mais velho.
  2. Parece também que eram ingênuos quanto às ameaças reais que Jesus Cristo sofria.

No verso 3, quando pedem para Jesus os acompanhar até Jerusalém (Festa dos Tabernáculos), tinham todos os elementos citados acima (fama, poder, status).

"Porque, se alguém quer ser conhecido, não pode realizar os seus feitos em segredo. Já que Você faz essas coisas, manifeste-se ao mundo." (Jo 7:4)

Os feitos de Jesus Cristo não eram estranho a seus irmãos. Vejam:

  • No capítulo 2, temos o primeiro milagre de Cristo no casamento em Caná. No verso 12, está claro que toda a família de Cristo O acompanhava.
  • Um dado curioso: José não é citado, o que provavelmente é um indício da sua morte prematura. O que isso podia implicar? Se os seus irmãos não compreendiam ou criam na sua divindade, imagine se José estivesse vivo e compartilhasse do mesmo pensamento dos seus filhos. Seria sem dúvida um desgaste desnecessário para Jesus Cristo, afinal, o pai tem um peso considerável na cultura da época.  Assim, foi retirado antes do inicio do ministério de Jesus.
  • No capítulo 6, temos a multiplicação dos pães (Jo 6:1-15) e o andar sobre o mar (Jo 6:16-21). Não há dúvida que a família de Cristo tinha conhecimento de toda essa realidade, porém, não gerava fé (Jo 7:5). Em Marcos 3:21, chegam a tentar prendê-lo por acharem que estava fora de si. Neste caso demonstrando ceticismo e preocupação familiar.
  • É perceptível que a lógica de Cristo não era a mesma dos seus familiares. Apesar da falta de fé e incompreensão familiar, Cristo nunca os desamparou, assim como jamais deixou de cumprir a missão que Deus Pai O havia incumbido.

"Então Jesus lhes disse: 'O Meu tempo não chegou, mas para vocês qualquer tempo é oportuno. O mundo não pode odiar vocês, mas a Mim Ele odeia, porque eu dou testemunho a respeito dele, dizendo que as suas obras são más. Vão vocês para esta festa, Eu não vou, porque o Meu tempo ainda não se cumpriu'." (v. 6-8)

  • Uma lição que aprendo neste texto é que muitas vezes o que é familiar nos leva a uma atitude de relaxamento no trabalho do Reino.
  • Os irmãos de Cristo viam apenas como um irmão mais velho cheio de truques, e jamais como o Deus encarnado.
  • Essa realidade só chegou mais tarde para alguns deles (1Co 9:4-5).

"Será que nós não temos o direito de levar conosco uma mulher crente como esposa, como fazem os demais apóstolos, os irmãos do Senhor e Cefas? Ou somente eu e Barnabé temos que trabalhar para viver?" (1Co 9:4-5)

2A Rejeição no Templo: Tradição vs. Verdade – [Vs. 10-24]

Do versículo 10-35, temos Jesus participando das atividades ou festejos em Jerusalém.

  • A presença de Cristo era requerida naquele lugar (Jerusalém).
  • Os judeus O procuravam em todo o lugar (v. 11). A grande pergunta era: "Onde estará Ele?" Parecia pouco provável à multidão que Jesus não aparecesse na festa. 
  • Cristo era o assunto do dia. No verso 12, temos a informação que toda a gente murmurava acerca de Jesus. Uns diziam:

 

a. "Ele é bom" (v. 12)

b. "Ele é um enganador" (v. 12)

  • Quando se apresentou no templo e passou a ensinar, muitos se admiravam do Seu ensino.

"Como pode Ele ser letrado, se não chegou a estudar?"

Obs. Jesus ou Seus discípulos não tiveram nenhuma instrução rabínica (At 4:13), contudo, Seu ensino e Sua autoridade vinham de Deus.

Jo 7:16; 8:28

✓ Mt 5:21b

Mt 7:28-29

  • No verso 16, Cristo afirma que Seu ensino veio de Deus.
  • Não é uma invencionice pessoal.
  • Qualquer pessoa que desejasse fazer a vontade do Pai, necessariamente reconheceria que Seu ensino (doutrina) era verdadeiro, visto que, com zelo seguia as determinações do Pai.
  • Contudo, os judeus haviam recebido a Lei de Moisés e por não a cumprir, não conseguiam vê-lo como o Messias e, ao invés de ouvi-lo e preservá-lo, desejavam matá-lo (v. 19).

Lição – Quem não está em sintonia com Deus, quem não tem intimidade com o nosso Deus, jamais reconhecerá Seu Filho como Senhor e Salvador. Não terá prazer na Sua doutrina, no cuidado com a Sua casa, de forma que O repudiará.

  • No verso 20, temos acusações fortes contra Cristo.

"Você tem demônio. Quem é que está querendo matá-lo?"

  • Hipócritas!
  • Esse é apenas um dos vários casos em que Jesus é falsamente acusado de estar possuído por um demônio (Jo 8:48; 10:20; Mt 12:24).
  • Esse tipo de pecado não tem perdão - Mateus 12:31-32; Marcos 3:28-29; Lucas 12:10.
  • Acusação semelhante foi levantada contra João Batista (Mt 11:18).
  • Outras acusações falsas:
  1. Quebra do sábado – Jo 5:16,18; 9:16 b.
  2. Blasfêmia – 5:18; 8:59; 10:31,33,39; 19:7
  3. Enganar o povo – 7:12,47 d.
  4. Ser samaritano – 8:48.
  5. Ser louco – 10:20.
  6. Praticar atividades criminosas – 18:30.

"Você tem demônios" ou age por influência de demônio.

  • É muito provável que estivessem se referindo à cura praticada por Jesus no Tanque de Betesda (Jo 5:1-15) num sábado.
  • O argumento de Cristo: Não posso curar um homem em um sábado, mas vocês para cumprir a determinação de Moisés, circuncidam crianças até no sábado (tinha que circuncidar a criança no oitavo dia de nascida – Lv 12:3). Onde estava a justiça neste caso? (v. 24)

3. A Origem do Messias: Testemunho e Decisão – [Vs. 25-31]

·        Dos versos 25-31, temos a continuação das murmurações dos judeus.

Alguns de Jerusalém diziam: "Não é este o homem que estão querendo matar? Eis que Ele fala abertamente, e ninguém lhes diz nada. Será que as autoridades reconhecem de fato que este é o Cristo? Mas nós sabemos de onde este homem vem. Quando, porém, o Cristo vier, ninguém saberá de onde Ele é."

  • Muitos rabinos ensinaram ao povo que o Cristo seria um desconhecido até se levantar e salvar Israel. Contudo, outros tinham a certeza do seu local de nascimento (Jo 7.42; Mt 2.1-6).
  • No verso 28, Cristo declara:
"Vocês não somente Me conhecem, mas também sabem de onde Eu sou. Eu não vim porque Eu, de mim mesmo, O quisesse, mas Aquele que Me enviou é verdadeiro! Aquele a quem vocês não conhecem, Eu O conheço porque venho da parte d'Ele e Ele Me enviou."
  • A identidade divina de Cristo estava exposta aos olhos de todo o povo, Seus milagres davam prova da Sua missão.
  • No verso 31, temos que muitos creram em Seu nome e argumentavam: 
"Quando o Cristo vier, será que vai fazer maiores sinais do que este homem tem feito?"
  • Essa é uma palavra de fé. 

ü  O que é preciso fazer a mais para que as pessoas creiam que Jesus Cristo é o Senhor?

ü  Tudo que era possível e impossível de se fazer para provar a Sua divindade Ele fez.

  • E aí? Só corações sedentos de Deus e atentos ao Seu mover compreendem esta verdade e se rendem à Sua graça e poder.
  • Só Cristo pode nos levar seguros à presença do Deus criador.
  • Só por meio d'Ele somos livres da ira futura.
  • E você, o que está esperando para dar esse passo de fé e deixar o velho homem para trás e viver uma nova vida com Deus? Aceite-o!
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

O mundo em crise e o testemunho cristão

 


1. O Perigo da Polarização e a "Cultura do Cancelamento"

Vivemos em uma era de "nós contra eles". O debate político atual muitas vezes destrói amizades e divide famílias. A raiva tornou-se uma ferramenta de engajamento.

O que a Bíblia diz:

A Bíblia nos adverte severamente contra a ira descontrolada e a incapacidade de ouvir o próximo. O apóstolo Tiago nos dá uma regra de ouro para a comunicação:

"Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus."

— Tiago 1:19-20

Lição Prática:

  • Seja um pacificador, não um agitador. Antes de postar algo agressivo nas redes sociais ou entrar em uma discussão acalorada, pergunte-se: "Isso vai edificar ou apenas aumentar o ruído?".

  • Podemos discordar de ideias sem desumanizar as pessoas. O cristão é chamado para o "ministério da reconciliação" (2 Coríntios 5:18).

2. Onde está a sua Esperança? (A Idolatria Política)

Existe uma tendência moderna de projetar características messiânicas em líderes políticos. Muitos acreditam que se o "Candidato X" vencer, o país será salvo, e se o "Candidato Y" vencer, será o apocalipse. Isso é uma forma sutil de idolatria.

O que a Bíblia diz:

As Escrituras são claras: não coloque sua confiança final em seres humanos ou instituições.

"Não confiem em príncipes, em meros mortais, incapazes de salvar. Quando o espírito deles se vai, eles voltam ao pó; naquele mesmo dia acabam-se os seus planos."

— Salmos 146:3-4

"Ele [Deus] muda as épocas e as estações; destrona reis e os estabelece."

— Daniel 2:21

Lição Prática:

  • Reduza a ansiedade. A política é importante e devemos participar dela, mas ela não define o trono do Universo. Deus continua soberano, independentemente de quem ocupa a cadeira presidencial.

  • Vote com consciência, mas não entregue seu coração a um político.

3. A Postura Diante da Corrupção e Injustiça

O noticiário é frequentemente inundado por escândalos e falta de integridade. Isso gera cinismo e vontade de desistir de fazer o bem. A tentação é pensar: "Se todos roubam, por que devo ser honesto?".

O que a Bíblia diz:

A Bíblia reconhece que o poder corrompe, mas nos chama a ser "sal e luz" (Mateus 5:13-14). O sal serve para preservar (impedir a podridão) e a luz para revelar a verdade.

"Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme."

— Provérbios 29:2

"Busquem a prosperidade da cidade para a qual eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela."

— Jeremias 29:7

Lição Prática:

  • Integridade inegociável. A mudança começa na "micro-política" do seu dia a dia: não sonegar impostos, não aceitar pequenos subornos, tratar funcionários com justiça.

  • Ore pela cidade/país. Jeremias disse isso aos judeus que estavam exilados na Babilônia (um governo pagão e hostil). Mesmo que você não goste do governo atual, seu dever cristão é orar pelo bem da nação e trabalhar pela sua prosperidade.

4. A Verdade em Tempos de "Fake News"

A desinformação é uma das maiores armas políticas atuais. A mentira é usada para manipular emoções e destruir reputações.

O que a Bíblia diz:

Deus é a Verdade. O diabo é descrito como o "pai da mentira" (João 8:44). O cristão não pode compactuar com a mentira, mesmo que essa mentira beneficie seu "lado" político.

"Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo."

— Efésios 4:25

Lição Prática:

  • Cheque antes de compartilhar. Não repasse correntes de WhatsApp ou notícias sensacionalistas sem verificar a fonte. O cristão deve ter compromisso com a verdade factual.

  • A verdade deve ser dita em amor (Efésios 4:15). Usar a verdade como um porrete para humilhar o outro não é o caminho de Cristo.

Resumo do Estudo

Tema PolíticoPrincípio BíblicoAção Prática
PolarizaçãoTardio para falar, pronto para ouvir (Tiago 1:19)Ouvir mais, ofender menos.
IdolatriaNão confie em príncipes (Salmos 146:3)Colocar a esperança em Deus, não em homens.
CorrupçãoSer Sal e Luz (Mateus 5:13)Manter a integridade pessoal e orar pelo país.
DesinformaçãoAbandonar a mentira (Efésios 4:25)Checar fatos e não espalhar boatos.

Conclusão Espiritual:

Nós vivemos na "Cidade dos Homens" (política terrena), mas nossa cidadania final é da "Cidade de Deus" (Filipenses 3:20). Isso nos dá a liberdade de agir politicamente com responsabilidade, mas sem o desespero de quem acha que tudo acaba aqui.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Ageu, o porta voz da construção do templo - EBD


Mateus 6.33

³³ Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.

 

Introdução

 

·        A palavra do Senhor chega à Ageu entre o final de agosto e meados de dezembro de 520 a.C.

·        Não temos informações

 

a.        se Ageu foi levado cativo para a Babilônia;

b.       se nasceu no cativeiro e foi trazido para Israel na primeira leva de judeus libertos por Ciro.

c.        seu nome significa minha festa o que levanta a hipótese que tenha nascido durante um festival em Israel.

Oráculo

Referência

Data

Primeiro

1.1

1º dia do mês [29 agosto].

Segundo

1.15

24º dia do 6 mês [21 set].

Terceiro

2.1

21º dia do 7 mês [17 outubro].

Quarto

2.10

24º dia do 9 mês [18 dezembro].

Quinto

2.20

24º dia do 9 mês [18 dezembro].

 

·        Em seu livro o profeta Ageu pronunciou 5 oráculos, todos em 520 a.C.

 

 

·        Principais personagens – O Senhor, o profeta, o Rei, o sacerdote e o povo.

·        Tema principal – A reconstrução da casa do Senhor pelo povo escolhido mediará a presença de Deus.

·        Ageu foi contemporâneo do profeta Zacarias [pós-exílio]

Ag 1.1-11

Esdras 4.24-5.1

Ageu 1.12-13

Esdras 5.2 e Zc 1. 1-6;

Ageu 2.10-23;

Zc 1.7-6.15

Ed 5.3-17

Zc 7-8

·        Suas profecias deveriam:

 

a.        ser comparada as profecias de Zacarias;

b.       com os registros históricos de Esdras de Esdras

 

I.                         As exortações da mensagem do profeta – Ag 1.1-11; 2.12-19

 

·        Em seu livro o profeta Ageu apresenta inúmeras exortações da parte de Deus para o seu povo que acabara de retornar de 70 anos de cativeiro [Jeremias 29.10].

·        Objetivo da exortação – Mudança de atitude por parte do povo de israel. A exortação veio com disciplina.

⁹ Esperastes o muito, mas eis que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu dissipei com um sopro. Por que causa? Disse o Senhor dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, enquanto cada um de vós corre à sua própria casa. Ageu 1.9

 

·        Observe irmãos:

 

a.        Este povo fazia parte dos remanescentes fiéis, contudo, eram passiveis de cometerem os mesmos erros dos seus antecessores.

b.       As vezes é um detalhe que nos afastar dos propósitos de Deus. Como estar a sua vida espiritual?

c.        Hebreus 12.6, nos informa:

 

⁶ Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho. Hebreus 12:6

·        Vejamos algumas da exortação divina ao seu povo.

 

1.        Exortação contida na primeira mensagem – Ageu 1. 1-11

 

¹ No segundo ano do rei Dario, no sexto mês, no primeiro dia do mês, veio a palavra do Senhor, por intermédio do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, dizendo: ² Assim fala o Senhor dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada. ³ Veio, pois, a palavra do Senhor, por intermédio do profeta Ageu, dizendo: ⁴ Porventura é para vós tempo de habitardes nas vossas casas forradas, enquanto esta casa fica deserta? ⁵ Ora, pois, assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos. ⁶ Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado. ⁷ Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos. ⁸ Subi ao monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei, e serei glorificado, diz o Senhor. ⁹ Esperastes o muito, mas eis que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu dissipei com um sopro. Por que causa? Disse o Senhor dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, enquanto cada um de vós corre à sua própria casa. ¹⁰ Por isso retém os céus sobre vós o orvalho, e a terra detém os seus frutos. ¹¹ E mandei vir a seca sobre a terra, e sobre os montes, e sobre o trigo, e sobre o mosto, e sobre o azeite, e sobre o que a terra produz; como também sobre os homens, e sobre o gado, e sobre todo o trabalho das mãos.  Ageu 1:1-11

 

v  A quem a palavra inicialmente é dirigida? [v1]

 

·        A mensagem é dirigida inicialmente à liderança e depois ao povo.

·        São os líderes que “detém” a visão da igreja.

·        Na mentalidade popular e divina essas pessoas devem ser sensíveis a direção de Deus.

·        No caso específico eram:

 

ü  Zorobabel – Era neto de Jeoaquim, herdeiro do trono davídico, e governador de Judá;

 

⁸ E no segundo ano da sua vinda à casa de Deus em Jerusalém, no segundo mês, Zorobabel, filho de Sealtiel, e Jesuá, filho de Jozadaque, e os outros seus irmãos, os sacerdotes e os levitas, e todos os que vieram do cativeiro a Jerusalém, começaram a obra da casa do Senhor, e constituíram os levitas da idade de vinte anos para cima, para que a dirigissem. Esdras 3:8

 

v  E quem era Josué – Sumo sacerdote e filho de Jozadaque, cuja linhagem é registrada de Zadoque até Arão [1 Cr 6.11-15; Zc 3. 1,8; 6.11]

 

Uma lição que aprendemos aqui

 

·        Se os líderes do nosso país fossem submissos e obedientes a Deus e sua palavra certamente o Brasil seria outro quer na CONSTRUÇÃO DE CARÁTER, NO RESPEITO E NA DIGNIDADE CROSTÃ.

·        Se a igreja agisse de igualmente modo também teríamos transformações em nossa comunidade e na sociedade que nos acolhe.

 

Voltando ao texto de Ageu 1.1-11. Farei 4 questões proposta pela revista.

 

a.       Qual o principal erro do povo de Deus apresentado no verso 4?

 

O erro foi colocar o bem-estar material pessoal acima da glória de Deus e da restauração da vida espiritual da comunidade.

 

1.        Cuidado excessivo com o próprio conforto ("Casas forradas"): A expressão "casas forradas" (ou apaineladas) indica luxo e acabamento refinado. O povo não estava apenas vivendo em abrigos básicos; eles tinham tempo e recursos para investir na estética e no conforto máximo de suas próprias residências.

2.        Negligência com as coisas de Deus ("Esta casa fica deserta"): Enquanto investiam em si mesmos, deixavam o Templo em ruínas ("deserto"). O erro não era ter casas, mas sim viver no luxo enquanto a adoração e a presença de Deus (simbolizada pelo Templo) eram deixadas em segundo plano, destroçadas.

 

b.       Qual o arrazoamento que o povo deveria fazer [Ag 1. 5-7]?

 

·        O "arrazoamento" (o processo de raciocínio lógico e reflexão) que Deus exige do povo nestes versículos é uma análise de Causa e Efeito sobre a frustração da vida deles.

·        Deus está pedindo que eles parem e liguem os pontos entre a negligência espiritual e o fracasso material. O raciocínio que eles deveriam fazer segue esta lógica:

 

1.        A Constatação da Realidade (O Efeito) - O povo deveria olhar para a sua vida prática e admitir que a "conta não fecha". O raciocínio começa observando a desproporção entre o esforço e o resultado:

 

ü  Esforço alto: Semeiam muito, comem, bebem, trabalham.

ü  Resultado baixo: Colhem pouco, continuam com fome, não se saciam.

 

2.        A Identificação da Falha - O arrazoamento deve levá-los a perguntar: "Se estamos trabalhando tanto, por que continuamos insatisfeitos e pobres?" A imagem do "saco furado" é o clímax desse raciocínio. Eles deveriam perceber que não importa quanto conquistem, se Deus não retiver a benção, os recursos simplesmente desaparecem. É a percepção da futilidade.

 

3.        A Conclusão Lógica (A Causa) - Ao "considerar os caminhos", a conclusão lógica a que Deus quer que cheguem é: "Nossa vida material está travada porque nossa vida espiritual está abandonada."

 

O povo achava que, ao cuidar primeiro de suas casas (v.4), estariam garantindo segurança e conforto. O arrazoamento correto mostraria o oposto: ao tentar garantir o seu próprio bem-estar ignorando a Casa de Deus, eles estavam sabotando o próprio sustento.

 

c.       Quais as consequências que vieram para aqueles que não deram prioridade aos valores religiosos [construção do templo] mas aos seus próprios interesses [Ag 1. 8-11]?

 

Baseado nos versículos 9 a 11, as consequências para aqueles que negligenciaram a casa de Deus foram abrangentes, afetando desde a economia doméstica até o clima da região.

 

Podemos categorizar essas consequências em três níveis principais:

 

1.        Frustração Econômica e Material (v. 9) - A primeira consequência foi a quebra de expectativa.

 

  • O "Muito" virou "Pouco": Eles projetavam grandes lucros e colheitas abundantes baseados no seu esforço, mas a realidade foi de escassez.

 

  • A dissipação sobrenatural: O texto diz "eu dissipei com um sopro". Isso significa que, mesmo aquilo que eles conseguiam salvar e levar para casa, desaparecia rapidamente. Em termos modernos, seria como uma inflação desenfreada ou gastos inesperados que consomem todo o salário (o "saco furado" mencionado anteriormente). Deus tirou a durabilidade dos bens deles.

 

2.        Bloqueio da Natureza (v. 10) - A consequência física foi ambiental. A natureza, que obedece a Deus, parou de colaborar com o homem:

  • Retenção do Orvalho: Em uma região árida como Israel, o orvalho é essencial para a umidade matinal das plantas. O céu se "fechou".
  • Terra Improdutiva: A terra "deteve" seus frutos. O solo tornou-se estéril, não respondendo ao plantio.

 

3.        Seca Generalizada sobre a Economia (v. 11)

 

Deus descreve uma "seca" (ou ruína) que atingiu os três pilares da economia agrícola da época (o chamado "trio mediterrâneo"):

 

  • O Trigo: A base da alimentação (o pão).
  • O Mosto (Vinho): A base da alegria e das celebrações.
  • O Azeite: A base da culinária, iluminação e higiene/saúde.

 

Conclusão do texto:

 

ü  A consequência final foi a inutilidade do trabalho humano.

ü  O castigo foi tornar o esforço braçal irrelevante: eles trabalhavam muito, mas sem a bênção de Deus, o trabalho não gerava riqueza.

 

d.       Isso pode acontecer em nossos dias?

 

ü  Sim.

ü  A mensagem de Ageu não é apenas sobre "construção civil" de um templo, mas sobre o Senhorio de Deus e a ordem dos nossos afetos.

 

1.        A Síndrome das "Casas Forradas" (Inversão de Valores) Hoje, as "casas forradas" representam o consumismo e o individualismo [muitos gastam sua força e energia mental e seus recursos financeiros para construir seus impérios particulares – carreira de sucesso, o conforto no lar, o carro do ano, o corpo perfeito, o entreterimento... Enquanto isso o Reino de Deus fica com as sobras Missões, serviço da igreja local, o cuidado com os necessitados e a vida de oração recebem apenas o tempo e o dinheiro que sobram.

 

2.        O Fenômeno do "Saco Furado" (Insatisfação Crônica)

 

ü  No aspecto econômico: Vemos pessoas que ganham bem, mas o dinheiro parece "evaporar".

ü  No aspecto emocional: O "saco furado" hoje é o vazio existencial. A sensação de felicidade dura pouco e logo vem o tédio ou a necessidade de algo novo. Deus "sopra" a satisfação para longe, mostrando que coisas materiais sem Ele não preenchem a alma.

 

2.        Exortação contida na segunda mensagem – Ageu 2.12-19

 

¹² Se alguém leva carne santa na orla das suas vestes, e com ela tocar no pão, ou no guisado, ou no vinho, ou no azeite, ou em outro qualquer mantimento, porventura ficará isto santificado? E os sacerdotes responderam: Não. ¹³ E disse Ageu: Se alguém que for contaminado pelo contato com o corpo morto, tocar nalguma destas coisas, ficará ela imunda? E os sacerdotes responderam, dizendo: Ficará imunda. ¹⁴ Então respondeu Ageu, dizendo: Assim é este povo, e assim é esta nação diante de mim, diz o Senhor; e assim é toda a obra das suas mãos; e tudo o que ali oferecem imundo é.

 

¹⁵ Agora, pois, eu vos rogo, considerai isto, desde este dia em diante, antes que se lançasse pedra sobre pedra no templo do Senhor,

 

¹⁶ Antes que sucedessem estas coisas, vinha alguém a um montão de grão, de vinte medidas, e havia somente dez; quando vinha ao lagar para tirar cinquenta, havia somente vinte. ¹⁷Feri-vos com queimadura, e com ferrugem, e com saraiva, em toda a obra das vossas mãos, e não houve entre vós quem voltasse para mim, diz o Senhor. ¹⁸ Considerai, pois, vos rogo, desde este dia em diante; desde o vigésimo quarto dia do mês nono, desde o dia em que se fundou o templo do Senhor, considerai essas coisas. ¹⁹ Porventura há ainda semente no celeiro? Além disso a videira, a figueira, a romeira, a oliveira, não têm dado os seus frutos; mas desde este dia vos abençoarei. Ageu 2:12-19

 

·        Nesta segunda exortação Deus se dirige aos SACERDOTES.

 

a.        A função deles era julgar os assuntos ligados aos rituais e a Lei [levítico 10-11; Dt 17. 8-13].

b.       Deus apela para a razão e o conhecimento das escrituras [v.11].

 

“Se alguém leva carne santa na orla das suas vestes, e com ela tocar no pão, ou no guisado, ou no vinho, ou no azeite, ou em outro qualquer mantimento, porventura ficará isto santificado? E os sacerdotes responderam: Não. ¹³ E disse Ageu: Se alguém que for contaminado pelo contato com o corpo morto, tocar nalguma destas coisas, ficará ela imunda? E os sacerdotes responderam, dizendo: Ficará imunda.” [Ag 2.12-13].

 

·        Qual o objetivo da questão proposta por Deus?

·        A resposta é simples: Purificação.

 

ü  que a pureza moral que não podia ser transmitida;

ü  mas, que a impureza moral sim.

 

·        A conclusão que chegamos é que a DESOBEDIÊNCIA DA NAÇÃO [IGREJA] TORNAVA SUAS OBRAS INUTEIS DIANTE DE DEUS. E ai?

 

¹⁵ Agora, pois, eu vos rogo, considerai isto, desde este dia em diante, antes que se lançasse pedra sobre pedra no templo do Senhor, ¹⁶ Antes que sucedessem estas coisas, vinha alguém a um montão de grão, de vinte medidas, e havia somente dez; quando vinha ao lagar para tirar cinquenta, havia somente vinte. ¹⁷Feri-vos com queimadura, e com ferrugem, e com saraiva, em toda a obra das vossas mãos, e não houve entre vós quem voltasse para mim, diz o Senhor. ¹⁸ Considerai, pois, vos rogo, desde este dia em diante; desde o vigésimo quarto dia do mês nono, desde o dia em que se fundou o templo do Senhor, considerai essas coisas. ¹⁹ Porventura há ainda semente no celeiro? Além disso a videira, a figueira, a romeira, a oliveira, não têm dado os seus frutos; mas desde este dia vos abençoarei.       Ageu 2:15-19

 

·        Há um convite para o povo manter os olhos na experiencia passada enquanto mira a coisa nova que Deus está fazendo no presente.

 

ü  Existe uma relação direta entre o estado atual do coração do povo e sua experiencia comum antes da construção [vs 16-17];

ü  Há uma relação entre a falta de progresso no templo e as expectativas do povo na agricultura destruída [1.6,9]

ü  No verso 17, temos a disciplina de Deus [maldições da aliança - Dt 28.22; 1Reis 8-37; Am 4.6-9], contudo – “não houve entre vós quem voltasse para mim”.

 

·        Lição a ser aprendida: Somos advertidos a olhar o passado de trevas para viver um presente de um modo diferente [Ef 5.1-17; Cl 3.1- 4].

·        Será que os irmãos não estão observando a lei de causa e efeito ocorrerem em seu dia a dia?

 

II.                      A reação favorável a mensagem do profeta – Ag 1. 12-15

 

¹² Então Zorobabel, filho de Sealtiel, e Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e todo o restante do povo obedeceram à voz do Senhor seu Deus, e às palavras do profeta Ageu, assim como o Senhor seu Deus o enviara; e temeu o povo diante do Senhor. ¹³ Então Ageu, o mensageiro do Senhor, falou ao povo conforme a mensagem do Senhor, dizendo: Eu sou convosco, diz o Senhor. ¹⁴ E o Senhor suscitou o espírito de Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e o espírito de Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e o espírito de todo o restante do povo, e eles vieram, e fizeram a obra na casa do Senhor dos Exércitos, seu Deus, ¹⁵ Ao vigésimo quarto dia do sexto mês, no segundo ano do rei Dario. Ageu 1:12-15

 

·        O povo de modo geral ouviu a admoestação dos versos 3-11 e prontificou-se.

·        Vejam alguns elementos do texto que cooperam com a tese da obediência:

 

ü  Acolhimento à palavra – 1.12;

ü  Temor a Deus – 1.12;

ü  A presença do Senhor como segurança – 1.13;

ü  Despertamento espiritual – 1.14;

ü  Ação e trabalho – 1.14-15.

 

·        Observe que essa é a sequência de como se dar o despertamento espiritual da igreja para o serviço no Reino.

 

III.                   O encorajamento da mensagem profética – Ag. 2 1-9

 

¹ No sétimo mês, ao vigésimo primeiro dia do mês, veio a palavra do Senhor por intermédio do profeta Ageu, dizendo:

² Fala agora a Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e ao restante do povo, dizendo:

³ Quem há entre vós que, tendo ficado, viu esta casa na sua primeira glória? E como a vedes agora? Não é esta como nada diante dos vossos olhos, comparada com aquela?

⁴ Ora, pois, esforça-te, Zorobabel, diz o Senhor, e esforça-te, Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e esforça-te, todo o povo da terra, diz o Senhor, e trabalhai; porque eu sou convosco, diz o Senhor dos Exércitos.

⁵ Segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o meu Espírito permanece no meio de vós; não temais.

⁶ Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, farei tremer os céus e a terra, o mar e a terra seca;

⁷ E farei tremer todas as nações, e virão coisas preciosas de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o Senhor dos Exércitos.

⁸ Minha é a prata, e meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos.

A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos. Ageu 2:1-9

 

·        O Senhor encoraja seu povo a reconstruir o templo.

·        Ele promete que está presente nesta ação.

·        Ele promete que a nova casa terá uma glória maior que a primeira. Vejamos:

 

Ag 2.1-4

O Senhor encoraja dando animo. Josué 1.6-7 – São textos correlatos.

Ag 2.4

O Senhor encoraja garantindo a sua presença – Jesus também – Mt 28.20; Mc 16.20

Ag 2. 6-8

O Senhor encoraja pelo seu poder. Move céus e terra [6] e as nações [7]

Ag 2.7-9

O Senhor encoraja pelas suas promessas.

Ag 2.7-9

Promessa de glória. Promessa de paz [9]

 

A lição que aprendemos aqui é que Deus nos ajudará no momento do desanimo, obstáculo etc que se levantam quando estamos executando o trabalho de Deus. Essa realidade também foi a do apostolo Paulo [At 18.9-10].

 

IV.                   Predição da mensagem profética – Ag 2. 20-23

 

²⁰ E veio a palavra do Senhor segunda vez a Ageu, aos vinte e quatro dias do mês, dizendo: ²¹ Fala a Zorobabel, governador de Judá, dizendo: Farei tremer os céus e a terra; ²² E transtornarei o trono dos reinos, e destruirei a força dos reinos dos gentios; e transtornarei os carros e os que neles andam; e os cavalos e os seus cavaleiros cairão, cada um pela espada do seu irmão. ²³ Naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, tomar-te-ei, ó Zorobabel, servo meu, filho de Sealtiel, diz o Senhor, e far-te-ei como um anel de selar; porque te escolhi, diz o Senhor dos Exércitos. Ageu 2:20-23

 

·        Ageu conclui o seu livro com uma mensagem para o futuro;

·        Muitos profetas falaram para seus contemporâneos profecias que se cumpririam em seus dias. Exemplo:

 

a.        O Cativeiro de 70 Anos (Jeremias 25:11-12)

b.        A Queda de Nínive (Naum 1-3)

c.        O Nome do Rei Ciro (Isaías 44:28; 45:1)

 

·        Outros profetas falaram para um tempo futuro:

 

a.        A Paz Universal e o Fim das Guerras (Isaías 2:4 / Miqueias 4:3)

b.        O Messias no Monte das Oliveiras (Zacarias 14:4)

c.        Novos Céus e Nova Terra (Isaías 65:17; 66:22)

 

Por fim, no final do seu livro Ageu que vinha a todo momento trabalhando o nome de dois personagem se dirige a um só: Zorobabel, o governador, descendente de Davi [Mt 1.12-13] e ascendente de Jesus Cristo onde repousa todas as promessas messiânicas.

 

ü  É o poder de Deus que faz valer a sua palavra – Ag 2.22-23;

ü  É o poder de Deus que escolhe o grande rei – Ag 2.23 [Anel de selar é símbolo da autoridade real].

 

Conclusão:

 

·        As profecias de Ageu têm verdades que devemos aplicar em nossa vida no que diz respeito ao serviço de Deus.

·        Prioridade de fidelidade é que Deus pede a todos que trabalham no seu reino;

·        Somos encorajados por Deus a ir adiante em sua obra redentora. Ele estará sempre conosco [1Co 15.58]

 

O trabalho do Senhor é prioridade em sua vida?

Como tem agido diante das dificuldades em sua caminhada de semeador da palavra de Deus?

 

Fim